Autopreenchimento
Uma extensão cola seu nome, seu e-mail e seus links nos campos. Você ainda lê o anúncio, ainda escreve as respostas extras, ainda clica em enviar. Economiza a digitação, não economiza a hora.
O find-best-job é um agente de IA que se candidata por você: lê os anúncios, pontua cada vaga contra o alvo que você definiu, preenche o formulário da própria empresa e clica em enviar — e guarda a requisição que o servidor da empresa recebeu e o status com que ele respondeu. Até dez candidaturas por dia, nenhuma abaixo da sua régua.
Plano gratuito, sem cartão. Uma candidatura completa por dia, para sempre.
Três produtos diferentes são vendidos com esse mesmo nome, e a diferença decide se alguma coisa chega ao recrutador. Um só cola os seus dados nos campos e devolve a página para você. Outro dispara o mesmo currículo em centenas de anúncios e apresenta a contagem como resultado. O terceiro se comporta como um candidato caprichoso: lê o anúncio, decide se a vaga merece o seu nome, preenche o formulário da própria empresa e envia.
Este aqui é o terceiro, e ele guarda o comprovante. Nada é marcado como “enviada” só porque a página mudou — uma candidatura só conta como enviada quando a rede mostra que o servidor da empresa recebeu e respondeu.
Uma extensão cola seu nome, seu e-mail e seus links nos campos. Você ainda lê o anúncio, ainda escreve as respostas extras, ainda clica em enviar. Economiza a digitação, não economiza a hora.
Volume vendido como recurso: centenas de anúncios por dia, nada lido, a mesma resposta em todo lugar. O número no painel cresce e as respostas não, porque recrutador percebe.
É disto que esta página trata. O agente só se candidata a vagas que passam na sua régua, no formulário da própria empresa, e guarda a requisição do envio, o status que o servidor devolveu e os screenshots dos dois lados do clique.
São quatro passos, e só o primeiro é seu.
É toda a configuração — sem formulário, sem questionário. O agente tira do próprio CV a sua trajetória, a sua senioridade e onde você pode trabalhar legalmente, e propõe a partir disso um primeiro alvo: que cargos procurar, onde, o piso salarial, o score mínimo de fit. Cada linha disso é um campo que você corrige, e nada é enviado antes de bater com o que você pediu.
A descoberta roda sozinha, todo dia, em job boards, páginas de carreira e plataformas de contratação — até 60 vagas novas encontradas e pontuadas por rodada no plano gratuito. Cada uma é conferida contra o seu piso salarial, o seu local, a sua senioridade e o seu score mínimo. Fit baixo nunca vira candidatura, e a vaga que chega perto sem convencer espera o seu sim numa fila de revisão.
O agente abre a página real da candidatura num navegador real — Greenhouse, Lever, Ashby, Workable, Workday ou o site de carreiras da empresa —, preenche cada campo com os seus dados, anexa o currículo, responde as perguntas extras a partir da sua Biblioteca de respostas e clica em enviar. Onde a plataforma só aceita candidatura de quem tem conta, ele cria uma conta própria e se candidata nativamente por ela.
Confirmações, recusas e mensagens de recrutador caem numa caixa de e-mail criada para a sua busca, não na sua pessoal. O agente lê cada uma, arquiva na candidatura certa e redige a sua resposta com os seus próprios fatos — quem envia é você. Do lado fica a prova de que a candidatura saiu: a requisição, o status, os screenshots e os horários.
Três coisas se confundem aqui: onde as vagas são encontradas, onde o formulário é de fato preenchido, e a única conta em que automação nenhuma deveria entrar.
É o circuito brasileiro: Gupy, InfoJobs e Sólides pedem conta de candidato antes de aceitar qualquer candidatura. O agente cria essa conta com e-mail e senha próprios, mantém ela viva entre as rodadas e se candidata nativamente dentro dela. Você não entrega login nenhum.
O caso normal, e o melhor: a candidatura entra direto no sistema de contratação da empresa, exatamente como entraria se você tivesse digitado.
Job boards são fonte de descoberta: o agente lê os anúncios e segue até onde o formulário de verdade está. Ele nunca entra na sua conta do Indeed, e nunca toca no LinkedIn — os dois suspendem conta por automação, e o seu perfil profissional não vale esse risco.
Por qualquer um desses caminhos as regras são as mesmas: as suas respostas, a sua régua de fit e a evidência guardada do mesmo jeito.
O circuito brasileiro é o que tem mais regras próprias: como funciona a candidatura automática na Gupy e no InfoJobs, campo a campo.
A maioria das ferramentas escreve “enviada” porque a página mudou depois do clique. Isso é um palpite em cima de um screenshot, e é a reclamação que persegue toda ferramenta de auto-apply: candidatura contabilizada que nunca chegou.
Aqui a afirmação é conferida onde não dá para maquiar — na rede. Cada candidatura guarda a requisição de envio que o servidor da empresa recebeu, o status HTTP com que ele respondeu, o log completo do que foi escrito em cada campo e uma linha do tempo com horários. Envio que passa por formulário guarda também um screenshot logo antes e outro logo depois; envio que sai pela API da própria plataforma guarda a resposta dela e a releitura que acha a candidatura na sua conta. Se um envio falha, ele é repetido automaticamente e cada tentativa guarda a própria evidência. Você nunca precisa acreditar na nossa palavra.
Não são promessas de rodapé. Cada uma é uma regra que o código aplica em toda rodada.
As respostas vêm do seu perfil e das respostas que você aprovou. Autorização de trabalho acima de tudo: o agente jamais afirma um visto, uma autorização de trabalho ou uma qualificação que os seus dados não sustentam. Quando o formulário pergunta algo que os seus dados não cobrem, ele responde a opção conservadora e verdadeira e marca aquilo para você corrigir.
Nem para ler, nem para se candidatar, nem uma vez. O Indeed e os outros boards são lidos para achar vagas, nunca com a sua conta. Toda candidatura sai no formulário da própria empresa ou por uma conta de candidato que o próprio agente criou.
A vaga precisa passar no piso salarial, nas regras de local, na senioridade e no score mínimo de fit antes de qualquer envio. O que chega perto sem convencer espera o seu sim em vez de sair com o seu nome.
No máximo dez candidaturas por dia no Pro, uma por dia no plano gratuito. Não existe ajuste que transforme isso em mil, porque mil é spam — e a graça é parecer o que você é: um candidato diligente.
A primeira coisa a conferir numa ferramenta dessas é se o preço cobre as candidaturas ou só o software. Assinatura que depois vende candidatura em pacote dá um número bem diferente no fim do mês daquele que está na página de preços.
Aqui o preço cobre. R$99 por mês, sem créditos são até 10 candidaturas por dia, até 300 por mês, a caixa de candidaturas e o seu próprio assistente de IA tocando a busca por MCP. No plano anual sai 15% mais barato.
E o plano gratuito não é teste. O agente sai à caça todo dia, pontua até 60 vagas novas por rodada contra o seu perfil e envia uma candidatura completa por você por dia — 20 por mês, para sempre, sem cartão. O que o Pro compra é volume, não o direito de ser atendido.
Tudo o que o agente faz, e se recusa a fazer, está em todas as perguntas sobre candidatura automática.
O gratuito não é teste. O agente procura vagas e pontua para você todo dia, para sempre, e envia uma candidatura por dia no seu lugar. O Pro é o que você compra quando uma por dia deixa de bastar.
15% de desconto no plano anual — pague o ano e fique com R$84,15/mês (R$1.009,80/ano). Nada é cobrado enquanto o beta estiver aberto.
Sim. O agente abre o formulário real num navegador real, preenche cada campo com os seus dados, sobe seu currículo e clica em enviar. Depois registra o que de fato saiu pela rede: a requisição do envio, e o status com que o servidor respondeu. Os screenshots da página antes e depois ficam guardados junto, de modo que uma candidatura só conta como enviada quando a rede confirma.
Em qualquer página de candidatura da web: Greenhouse, Lever, Ashby, Workable, Workday, outros ATSs e sites de carreira. Job boards — o Indeed entre eles — entram como fontes de descoberta. E onde a plataforma exige conta de candidato, como InfoJobs, Gupy, Sólides, Wellfound ou arc.dev, o agente se registra com e-mail e senha, mantém a conta viva e se candidata nativamente. O LinkedIn é a única exceção: lá nunca entramos.
Não. Lemos o Indeed e outros boards para achar vagas, mas o agente nunca entra na sua conta em nenhum dos dois — as duas plataformas suspendem contas por automação. As candidaturas saem no formulário do próprio empregador ou por uma conta de candidato que o próprio agente criou nas plataformas que exigem uma.
Porque isso é conferido na rede, não deduzido da página: o agente registra a requisição do envio e o status devolvido pelo servidor da empresa, e arquiva isso com o log completo das respostas e os horários — e, no formulário, um screenshot logo antes e outro logo depois. Se um envio falha, ele é repetido automaticamente e cada tentativa guarda a própria evidência.
Não. As respostas vêm exclusivamente do seu perfil e da sua Biblioteca de respostas canônica. Se um formulário perguntar algo que o agente não consegue responder com verdade a partir dos seus dados, ele pergunta a você em vez de chutar. Ele jamais afirmará uma autorização de trabalho ou qualificação que você não tem.
O oposto. O agente aplica a no máximo 10 vagas por dia, e só às que passam nas suas regras de fit. Cada candidatura é preenchida com cuidado com as suas respostas reais. Parece — e é — indistinguível de um candidato humano diligente.
Sem lista de espera e sem cartão. Crie a conta, suba o currículo, e o agente se candidata a vinte vagas de verdade por você — com screenshot de cada envio.
Grátis durante o beta. Nada é enviado antes de bater com o alvo que você definiu.